sábado, 21 de maio de 2016

O pai natal afinal é careca

A idade não é sinal de maturidade, mas inevitavelmente a idade traz as situações, as vivências, os passos dados, os kilometros percorridos e os erros cometidos. A idade é experiência e vivência. Os erros fazem parte do crescimento, as opiniões são vagas se não são vividas e assimiladas, a dor tem de ser vivida e é útil porque dá equilíbrio ao ser humano (paradoxo real e absoluto), as perdas são necessárias para nos centrarmos...e enquanto vais caminhando e ganhando experiência vês que: 
Se sabes claramente o que queres, não cometes o mesmo erro duas vezes...
Se gostas verdadeiramente de alguém...essa pessoa torna-se o centro da tua vida de forma natural..
Às vezes temos de definir as prioridades...e às vezes temos de deixar para trás outras coisas que gostamos...
Quando se gosta, abdicamos do "eu" para ganhar o outro...de forma natural e sem pedidos de atenção.
Muita gente encara o gostar como um troféu...que se passeia na rua...
A essência das pessoas não muda...e que muitas vezes gostamos das pessoas não pelo que nos mostram, mas por aquilo que imaginamos que elas sejam...
As palavras são bonitas...mas pessoas definem-se pelas acções..
Quem não valoriza o teu silencio também não valoriza o as tuas palavras...
Os presentes conquistam momentaneamente, mas os verdadeiros gestos são gratuitos...e perduram.
Se tentas mudar alguém, ou alguém te tenta mudar...sinal que te deves mudar. Não é esse teu lugar.
Só te engana quem confias, por isso cuidado em quem confias....
O que não te soma subtrai-te...
Estar sozinho não faz de nós uns solitários. Estar rodeado de pessoas erradas é a coisa mais solitária do mundo...
.........

E no final...a realidade é só uma:
"As únicas pessoas que tu precisas na tua vida são aquelas que te provam sob qualquer circunstancia que necessitam de ti na vida delas"

Todos temos pessoas que gostam de nós, mas não necessitam de nós! 




1 comentário:

o plano é ser feliz ❤ disse...

Hoje, leio cada palavra deste texto e entendo cada linha como se tivesse sido eu a escrevê-las. É preciso passar para entender verdadeiramente. Está tudo escrito. Que pena precisar-se de ser-se tão estúpida, tão magoada, enganada, magoar inevitavelmente quem não merece, para entender a linha (tão) lógica do que é amar verdadeiramente alguém e do que é a falta de amor próprio e profundo perante as nossas péssimas e muito questionáveis escolhas. Perante a nossa fé em um mau Deus. A única coisa positiva é que tenho a certeza que tudo o que de mal fiz um dia, foi já pago no martírio que foi viver este inferno. Contas soldadas, com juros.